domingo, 21 de abril de 2013


Ferrovias são solução para manter competitividade de produtores de SC

Estudo deve ser licitado em maio para viabilizar a ferrovia da integração. Objetivo é ligar facilitar transporte da produção do Oeste ao Porto de Itajaí.


As ferrovias são a única saída para manter a competitividade e trazer novos investimentos para o estado. A afirmação da Fiesc se refere a um estudo, que deve ser licitado em maio para viabilizar a ferrovia da integração, que ligaria o oeste ao porto de Itajaí. O estudo de outras duas ferrovias em Santa Catarina já está em andamento. A previsão é que as obras comecem em 2014.
Cooperativa de Chapecó traz de outros estados 2 mil carretas de milho e 500 carretas de soja todos os meses. Os grãos são a base da alimentação das aves e suínos produzidos na região.

"Antes buscávamos milho no Paraná e no Mato Grosso do Sul. Mas estamos pensando em buscar no Mato Grosso", explica o vice-presidente de agronegócio da Fiesc, Mario Lanznaster.
O preço da saca de milho é de R$12, mas chega a Santa Catarina custando praticamente o dobro, o que encarece a produção no estado e compromete a competitividade.

 Os produtores do Oeste também enfrentam a dificuldade de despachar produtos da região. Todos os dias são enviados pelo menos 100 contêiners de carne para o Porto de Itajaí, sem contar outros produtos industrializados da região.

A ferrovia da integração vai cortar o estado. A ferrovia vai iniciar em Dionísio Cerqueira, passar
por São Miguel do Oeste, Chapecó, Herval d´Oeste, Santa Cecília, até o Porto de Itajaí. O estudo de viabilidade da obra será licitado em maio, e a vencedora da licitação terá um ano para encerrar o trabalho.

"A ferrovia mantém as atividades econômicas, as empresas, e atrai novos investimentos, pois é fundamental como indutora do desenvolvimento econômico e social. E as ferrovias ajudam a melhorar a situação das estradas e rodovias", explica Pedro Uzcai, presidente da frente parlamentar das ferrovias.

"É pra ontem. É por isso que o empresariado está pedindo. Não importa se vão fazer por concessão ou privatização, importa que façam", explica Mario Lanznaster

sábado, 13 de abril de 2013


Exportação de carne suína cai 17,87% em março.

As exportações de carne suína em março de 2013 caíram 17,87% em relação a março de 2012. No terceiro mês de 2013, o Brasil exportou 39.248 toneladas (t) e faturou US$105,32 milhões. No comparativo com fevereiro de 2013, a receita das exportações do setor apresentou queda de 13,35%. Nos últimos de 12 meses o País exportou 577,89 mil toneladas com uma receita total de US$1.49 bilhão. Já o preço médio por tonelada, de US$ 2.684, subiu 5,50% em relação a março de 2012.
De acordo com os dados divulgados nessa sexta feira, dia 12, pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) no primeiro trimestre de 2013 houve uma redução de 2,90 %nas exportações, no comparativo com o mesmo período de 2012.
LOCAIS
Os principais locais destaques nas exportações de março, foram a Rússia e Argentina,  com 9,073 toneladas e 1,398 toneladas respectivamente. Para a Rússia as exportações cresceram 10%, já para a Argentina a alta foi de 211% no comparativo com o mesmo período de 2012.
Para outros países importantes do ranking de exportações houve queda. É o caso da Ucrânia, com redução de 33%: 8.048 t, frente a 11.972 t em março de 2012. Em valor, o resultado foi 26% menoro Brasil aferiu uma receita de US$ 23,51 milhões em março desse ano, comparado com a US$ 31,57 milhões em março de 2012 .
Para Hong Kong, os embarques foram de 9.061 t, menos 24% em relação a março de 2012 (11.969 t). As vendas caíram também em receita, 22%. O Brasil exportou US$ 22,52 milhões para aquele mercado, em relação a US$ 28,87 milhões em março de 2012.
Para Singapura, as exportações somaram 1.782 t em março de 2013, frente a 2.337 t em março do ano passado, uma retração de 24%. Em valor, a queda foi de 20%: US$ 5,47 milhões, ates US$ 6,81 milhões em igual período de 2012.

domingo, 7 de abril de 2013


Agricultura, pecuária e maricultura


O trabalho familiar em pequenas propriedades é a característica típica do agronegócio em Santa Catarina, que responde por 20% do PIB do estado e 6,4% do setor no País. Quase não há ocorrência da modalidades como arrendamento e parcerias, comuns em outras regiões nas quais a posse da terra é mais concentrada, com alta incidência de latifúndios.

Em geral, quem trabalha na terra em Santa Catarina é o dono do próprio negócio. Dos 5,9 milhões de hectares ocupados por estabelecimentos agropecuários no estado, 91% são propriedades de quem os explora – desses, 85% têm título de posse e apenas 6% não têm. De todos os estabelecimentos agropecuários catarinenses, 89,5% têm menos de 50 hectares. Esses pequenos estabelecimentos são responsáveis por 70% da produção agropecuária de Santa Catarina. São mais de 240 mil pessoas empregadas no setor, 17% da força de trabalho do estado.

O estado apresenta uma policultura (milho, mandioca e frutas ) combinada com criação integrada de suínos, frangos e perus, voltada para as industrias frigoríficas. Santa Catarina é um dos maiores produtores e exportadores de suínos e frangos do Brasil. O sucesso dessas atividades se deve a um eficiente sistema de integração entre empresas agroindustriais e produtores rurais.

Santa Catarina é o maior produtor nacional de ostras e mexilhões cultivados. A atividade envolve cerca de mil famílias, resultando em torno de 6 mil empregos diretos e indiretos. A área total de criação atinge 900 hectares, divididos em 12 parques aquícolas. Mais de 90% da produção brasileira saem de aguas catarinenses, num volume total de cerca de 15 milhões de toneladas.


segunda-feira, 1 de abril de 2013


O agronegócio consiste na rede que envolve todos os segmentos da cadeia produtiva vinculada à agropecuária. Ele não se limita apenas à agricultura e à pecuária, mas inclui também as atividades desenvolvidas pelos fornecedores de insumos e sementes, equipamentos, serviços, beneficiamento de produtos, industrialização e comercialização da produção agropecuária.
Esse termo foi desenvolvido como sendo o conjunto de todas as atividades de produção, processamento, distribuição e comercialização dos produtos agrícolas.
O agronegócio pode ser divido em três etapas:
1° - Produtores rurais.
2° - Fornecedores de insumos rurais.
3° - Processamento, distribuição e comercialização.
Esse blog tem como objetivo apresentar notícias sobre o ramo, que é responsável por aproximadamente 27% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e 36,3% das exportações brasileiras.